
Réquiem na Tempestade
E neste réquiem venho chorar
Pela vida que o mar toma sem se importar
Com os que esperam por trás da tempestade.
E vai-se a naufragar
A não mais criança da terra,
Espírito do mar.
Deixa! Deixa voltar!
Traz de volta perverso mar!
Ondas explodem arredias como resposta,
Ruge o vento gélido que não.
Sinto você escorrendo pelas mãos...
Meu réquiem se cala.
A ópera da tempestade é aguda demais,
Como o afiado frio dessas horas finais.
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Há 7 anos






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