
Faminto Ódio
Sou uma pessoa tão tola...
Tão silenciosa para você.
Um verme que tu podes esmagar,
E cravar nele a bandeira da escória.
Esquecido no recanto escuro...
Ouço os soluços do meu próprio pranto,
Luto contra o frenesi inquieto.
Você quebrou a harpa que domava o ódio!
Despedaçar-te-ei... Enquanto clamas por piedade!
Despedaçar-te-ei... Enquanto suplicas a Deus!
Despedaçar-te-ei... Enquanto houver tua ínfima existência!
Onde eu, feito um verme...
Saciarei minha sede com vossa lágrima
E minha fome com vosso fracasso.
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Há 7 anos






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