
O Verme e a Borboleta
Eu posso ser a desordem
E você a flor do jardim azul,
Que anuncia primavera ao sopro do vento sul
Enquanto lágrimas de mim escorrem.
Não culpe meus pecados
Pois nasci filho do chão. Operário do fim.
Não zombe de mim!
O tutano é meu néctar. Meus bocados.
Ei, olha-te fundo na alma!
Rastejas-te na terra, foste um feio casulo, estás salva?!
Sempre feia e iludida... Que penitência.
Três semanas... Aproveite sua beleza!
Voe, voe... Cante sua pureza!
O dia vai cair e levar consigo tua existência.
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Lembre-se que ...
Há 7 anos






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